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quinta-feira, janeiro 13, 2011

Goodbye, IPC-IG

Voltei das férias no domingo, e hoje é meu último dia como consultor e pesquisador no International Policy Centre for Inclusive Growth, unidade de cooperação entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) em Brasília. Meu contrato já tinha se encerrado em dezembro, mas eu resolvi finalizar algumas pendências antes de me despedir, como corrigir do-fles do Stata e montar as bases de dados para o Brasil, a partir de PNADs, para o prosseguimento do programa de pesquisa.

Após um ano e dois meses de muito trabalho no projeto UNIFEM, que procurou analisar quantitativamente indicadores de desigualdades de sexo e etnia em países latino-americanos, nossa produção final foi três relatórios completos para a Guatemala, a Bolívia e o Paraguai. Foram verdadeiros livros de mais de 250 páginas cada, com abordagens estatística, histórica e institucional dos indicadores sociais, econômicos e demográficos adotados. Os relatórios devem ser publicados nesse ano. Se saírem em pdf, no site do centro, linkarei aqui no blog, na página "Minhas Pesquisas". Também, quero fazer alguns posts sobre algumas das minhas impressões sobre o que verifiquei na pesquisa.

Agora é hora de partir para outros rumos...

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Relatório do Paraguai

À propósito, aquele relatório sobre as desigualdades de gênero e etnia no Paraguai, que me dediquei no último mês, está pronto. Mais um calhamaço de 260 páginas está escrito. A parte de indicadores de saúde, minha especialidade na pesquisa, deu muito mais trabalho do que eu esperava: a documentação sobre os serviços de saúde públicos naquele país é bem complexa.

Assim que for publicado, postarei o link do relatório na página "Minhas pesquisas".

terça-feira, agosto 03, 2010

Vídeo do IPC-IG/UNDP

O pessoal do departamento de comunicação fez um vídeo muito legal sobre a instituição em que trabalhamos:



Pago um cafezinho para quem me encontrar nesse vídeo. Dica: estou 5 anos mais velho e 10 quilos mais gordo do que a foto na coluna à direita no blog.

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Brasília News

Atendendo a alguns pedidos, volto a mandar notícias da atual fase da minha vida profissional-acadêmica. Passei as duas últimas semanas em Porto Alegre, aproveitando as férias de fim-de-ano com minha família. Consegui rever alguns amigos do tempo de graduação, alimentar os bichinhos do lago do Parcão com pão velho, alimentar a mim mesmo com "junk food" típica e tirar fotos das ruas da cidade, como sempre faço. Porto Alegre estava como o esperado para essa época do ano: quente e abafada na maior parte dos dias, talvez até mesmo mais do que a média histórica para o final de dezembro. Pior que o calor, era o mormaço, como todos dizem. O céu era quase sempre branco de vapor da água do Guaíba, acho que não fez cinco dias de sol nas últimas semanas. Além disso, a cidade estava meio vazia devido à migração sazonal para as praias, o que deixou a cidade mais silenciosa e tranqüila para descansar.

Cheguei em Brasília ontem à noite, e retornei ao trabalho no IPC-IG-UNDP hoje de manhã. No momento, estou trabalhando no projeto UNIFEM 1, que consiste, basicamente, em reproduzir o trabalho "Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça", do IPEA, para outros países da América Latina. Atualmente, tenho trabalhado com a Guatemala. A pesquisa envolve muitas operações com micro-dados, isto é, meu serviço consiste basicamente em abrir bases de dados individuais e domiciliares cruas e calcular os indicadores econômicos e demográficos solicitados. Quaisquer dúvidas sobre os dados, tenho que consultar a documentação disponível na internet, os questionários aplicados à população, ou em último caso, contato direto com a Embaixada. O trabalho é muito extenso, são muitos indicadores para calcular, montar gráficos e analizar, mas até agora não envolveu nenhum método econométrico mais avançado. Esperamos que tudo seja concluído em um mês.

Assim que saírem os resultados finais, pretendo publicar aqui no blog. Em relação aos resultados parciais, posso adiantar que, comparando a situação brasileira com a dos indígenas guatemaltecos, conclui-se que em terra de cego, tal como a América Latina, quem tem olho é rei. Alguns dados deles são estarrecedores, mesmo para pessoas já acostumadas a lidar com indicadores de pobreza no caso brasileiro. Tipo assim, a taxa de analfabetismo das mulheres indígenas idosas ultrapassa os 90%.

quinta-feira, novembro 05, 2009

Eu, Associate Researcher do IPC-IG-UNDP

Recebi hoje de manhã o e-mail que eu tanto esperava. Fui contratado pelo International Policy Centre for Inclusive Growth, um órgão de pesquisa em economia aplicada do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNDP), aqui em Brasília.

Nas duas últimas semanas, cursei alguns tutoriais de Stata aplicados à microeconometria e à análise de impacto de políticas públicas, já me preparando para pôr a mão na massa. Espero que essa nova fase da minha vida contribua muito para apesquisa em Economia do Bem-Estar Social e para meu aprendizado pessoal (além do meu currículo Lattes).